Não sou ninguém.
Sou tão somente um espetro,
não de um homem,
mas de um vazio.
(se isso é possível…)
Sou uma sombra invisível,
porque eu próprio
sou invisível.
Sou um fantasma
do meu infortúnio
vagueando sem destino
à procura de mim mesmo
Sou tão somente um espetro,
não de um homem,
mas de um vazio.
(se isso é possível…)
Sou uma sombra invisível,
porque eu próprio
sou invisível.
Sou um fantasma
do meu infortúnio
vagueando sem destino
à procura de mim mesmo
No fim,
Talvez nem espetro,
nem sombra,
Nem fantasma serei…
Não serei nada.
Talvez nem espetro,
nem sombra,
Nem fantasma serei…
Não serei nada.
Joel Mendes
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